A separação não ocorre de repente, são situações que vão acumulando com o tempo e chega um momento em que (um dos ou os dois) cônjuges decidem pôr fim em algo que para eles não há mais recursos e chances de retornar ao que era antes. Porém, há questões que devem ser consideradas, como: a) o casal tem filhos em comum? b) se tem como ficará a relação pais e filhos? c) se não, como fica a divisão de bens?
Se a separação for consensual será simples, rápida e se não houver objeções de nenhuma das partes, no prazo de cinco dias será homologado e aí, então, deverá ser averbada no registro civil. No caso de divisão de bens, deverá ser averbado no registro imobiliário. Isso tudo se os cônjuges não tiverem filhos.
Como deu para perceber, o assunto é bem amplo e complexo, pois envolvem pessoas, sentimentos e, por último, os bens.
Agora, por exemplo, no caso de uma das partes não concordarem com o pedido de divórcio ou por receio da partilha de bens, então, chamamos de separação litigiosa. Se as partes tiverem filhos, a situação fica bem mais delicada, pois devemos pensar muito mais nos filhos do que nos sentimentos homem/mulher que muitas vezes não são bons. Jamais deixe de dar atenção e carinho a eles porque nesse momento mais difícil que é para você, também será para eles, e outra situação, devemos pensar sempre no bem-estar deles. Claro que aqui estamos expondo o assunto simples e resumidamente para que todos entendam bem, pois sabemos o quanto é difícil essa fase da vida, principalmente quando uma das partes ainda tem amor pelo outro.
A partilha envolve a quantidade de bens, o regime de bens que foi acordado no momento do casamento, a situação das duas partes e os filhos que não podem ficar desamparados nunca.
Isso irá depender de como as partes reagirão diante do divórcio. Eu creio que nenhuma das partes deve obter vantagens do ex-parceiro por raiva, mágoa ou vingança. A ideia que tenho é que se a relação não deu certo, devemos pensar nos filhos, se tivermos e refletir sobre o nosso “recomeço”.
"A Alma do Mundo"
Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa
prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que
permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga;
a superior alivia, a inferior culpa;
a superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!